Na nova configuração comunicacional, as instituições públicas deparam-se com públicos com demandas não só de produtos e serviços, mas também com claras necessidades de diálogo. Daí o imperativo de que tais instituições dediquem suas estratégias à sociedade como somatória de públicos diversos e ao mercado como local da concorrência e do consumo. Essas estratégias estariam afetadas com processos comunicacionais agregados às comunidades com seus membros, aos trabalhadores, às agências reguladoras que esperam eficiência e qualidade e aos consumidores e cidadãos, cada vez mais exigentes e defendidos pelos Códigos e Leis. Pensando nesse cenário, quais atitudes devem ser desenvolvidas pelo Departamento de Comunicação das instituições públicas?
I. Privilegiar o interesse público em relação ao interesse individual ou corporativo.
II. Centralizar o processo comunicativo no cidadão.
III. Tratar a comunicação como um elemento secundário, já que ela deve ser terceirizada para a ampliação das informações públicas.
IV. Adaptar os instrumentos comunicacionais disponíveis às necessidades, possibilidades e interesses dos públicos.
V. Distribuir informações gerais para a sociedade como um todo, sem a preocupação em segmentar o conteúdo, pois todas as pessoas se constituem como público-alvo de qualquer instituição pública.
Respondem CORRETAMENTE ao questionamento as informações contidas nos itens