“Minha cidade tinha três ruas: a rua direita, a rua de cima e a rua de baixo. Quando chovia exalava um cheiro de terra molhada e mais a vontade de chupar jabuticaba. Ela acordava com o sino da igreja convidando para missa das seis e dormia quando a noite chegava. Na rua direita estavam o armazém, o armarinho, o correio, o cartório, a farmácia e as casas dos mais ricos, com alpendre e as andorinhas de louça [...]”
(Bartolomeu Campos de Queiroz. Abrindo Horizontes da História. Belo Horizonte. Miguilim, 2001 p. 90.)
O trecho anterior refere-se a uma: