Celso Antunes, em seu Livro “Avaliação da Aprendizagem Escolar”, questiona o motivo pelo qual os professores deveriam privilegiar, de forma contundente, as ações do cotidiano dos alunos, como perspectiva de valorizá-las bem mais do que as provas ou trabalhos escolares, em que eles possam apresentar como etapa avaliativa. Contudo, essa questão toma como resposta o seguinte argumento: