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A escola contribui para esse processo não propriamente através do conteúdo explícito de seu currículo, mas ao espalhar, no seu funcionamento, as relações sociais do local de trabalho. As escolas dirigidas aos trabalhadores subordinados tendem a privilegiar relações sociais nas quais, ao praticar papéis subordinados, os estudantes aprendem a subordinação. Em contraste, as escolas dirigidas aos trabalhadores dos escalões superiores da escala ocupacional tendem a favorecer relações sociais nas quais os estudantes têm a oportunidade de praticar atitudes de comando e autonomia.
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SILVA, T. T. da. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2 ed. Belo
Horizonte: Autêntica, 2007. p. 33.
A relação entre currículo e relações sociais descrita no texto configura o modelo da escola descrita como