“A memória social (...) tem em sua essência uma caráter derivado da sociedade, e, assim, sua formação e seu papel são compostos por um todo social das relações estabelecidas no mundo da vida. Em outras palavras, (...) a memória que é só minha tem em sua formação a memória do outro, então, não é só minha, mas nossa, pois é social.” (AZEVEDO, Patrícia Bastos de. Ensino de História e Memória Social: a argumentação como possibilidade pedagógica para a história ensinada. Revista Contemporânea de Educação, vol. 5, n. 10, pp. 149-166, jul./dez. 2010, p. 149). Ao refletir sobre o conceito de memória social para pensarmos a construção de memoriais, é correto afirmar que: