A principal crítica sobre a abordagem clássica da cultura é que ela “fica no ar”, faltando-lhe contato com qualquer base econômica.
Uma segunda crítica aos historiadores clássicos da cultura acusa-os de superestimar a homogeneidade cultural e ignorar os conflitos. Seria preciso traçar as distinções entre as culturas das diferentes classes sociais, as culturas dos homens e das mulheres e as culturas das diferentes gerações que vivem na mesma sociedade.
(BURKE, Peter. O que é História Cultural? – p. 36. Adaptado)
O fragmento aborda algumas críticas feitas à História Cultural por teóricos que utilizam como referencial a História