Monitorar o metabolismo glicêmico é fundamental para direcionar o conjunto de ações necessárias ao adequado diagnóstico e controle do diabetes mellitus, prevenindo ou retardando as complicações dessa doença da sociedade moderna. Dentre os parâmetros laboratoriais mais comuns, estão a determinação da glicemia em jejum, a quantificação da hemoglobina glicada (HbA1c), o teste oral de tolerância à glicose (TOTG) e, mais recentemente, o índice HOMA (Modelo de Avaliação da Homeostase), calculado pela fórmula: insulina de jejum em µU/mL × glicose de jejum em mg/dL)/405 (PONTES et al., 2012). Em relação à interpretação desses testes, é CORRETO afirmar que