É consenso que a clínica e a epidemiologia se inter-relacionam, considerando que na maioria das situações clínicas o diagnóstico e o prognóstico são incertos para pacientes individualizados e, por conseguinte, devem ser internalizados como uma probabilidade que pode ser influenciada a partir de uma variedade de erros diferenciais e tendenciar as conclusões baseadas em “testes diagnósticos”. Em certa região geográfica, se a prevalência aparente de uma doença é alta, é certo esperar um(uma)