O escritor Erasmo de Roterdã, em sua obra “Elogio da Loucura”, indagou “o que será daqueles outros que, cheios de confiança, em certos amuletos, em certas preces mágicas que algum devoto impostor terá inventado para seu prazer ou seu proveito, prometem-se nada menos que riquezas, honrarias, prazeres, um lugar no céu ao lado de Jesus Cristo?”.
(Erasmo Desidério. Elogio da Loucura. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2006.)
Tal afirmação, dita no contexto da reforma religiosa, remete à crítica a uma prática da igreja católica; assinale-a.