William Morris foi o primeiro artista a compreender em que medida os fundamentos sociais da arte tinham ficado ainda mais inconsistentes com a revolução industrial. Ele alargou o debate sobre a questão da má qualidade dos produtos fabricados e sob o aspecto da alienação associada à industrialização. Em 1861, Morris fundou uma firma, a Morris, Marshall & Faulkner, que iria marcar uma revisão da elaboração de projetos de bens. Essa iniciativa de revalorização das artes e dos ofícios ficou conhecido como: