“A literatura que trata da globalização fala de competitividade entre Estados, mas, na verdade, há uma competitividade entre empresas, que, às vezes, arrastam o Estado e sua força normativa na produção de condições favoráveis àquelas dotadas de mais poder. É dessa forma que se potencializa a vocação de rapidez e de urgência de algumas empresas em detrimento de outras, uma competitividade que agrava as diferenças de força e as disparidades, enquanto o território, pela sua organização, constitui-se num instrumento do exercício dessas diferenças de poder.”
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2000, p. 84-85 (Fragmento Adaptado).
Sobre a relação contemporânea entre governos e empresas, bem como o seu reflexo na transformação do espaço geográfico, é CORRETO afirmar que: