Uma paciente de 27 anos de idade, sem história de gravidez prévia, procurou o serviço de urgência com quadro de atraso menstrual, sangramento vaginal e dor pélvica de moderada intensidade. Os exames realizados inicialmente evidenciaram quadro compatível com gravidez ectópica tubária. Ao exame físico, não foram identificados sinais de choque hipovolêmico e, à palpação abdominal, não apresentava descompressão brusca dolorosa. A ecografia transvaginal evidenciou presença de massa anexial esquerda de 3,5 cm de diâmetro, com presença de embrião sem batimento cardíaco, e ausência de sinais de hemoperitônio. A dosagem de beta-hCG estava em 4.500 mUI/mL. No caso, é correto afirmar que a melhor conduta é o tratamento