Na comemoração de seus 200 anos, o semanário inglês “Observer” abriu espaço para que seu editor, Donald Trelford, contasse em sua coluna um caso da política internacional. Como se fosse um fato real, Trelford relatou que a primeira ministra Margaret Thatcher, em sua última viagem aos Estados Unidos, revelou ao então presidente americano George Bush:
Antes de nomear um ministro, peço-lhe que decifre um enigma. A Geoffrey Howe, por exemplo, perguntei: “Se é filho de seu pai e não é seu irmão, quem é então?” Geoffrey Howe respondeu: “Sou eu”. E lhe dei o cargo de chanceler.
Impressionado, Bush resolveu testar o método em seu vice, Dan Quayle. Propôs o mesmo enigma. Quayle pediu um tempo para pensar. Depois, telefonou ansioso a um político de origem alemã, Henry Kissinger, que lhe ensinou:
- A resposta é “eu”.
Quayle voltou a Bush com ar de triunfo:
- A resposta é Kissinger.
Bush bradou, contrariado:
- Não, é Geoffrey Howe.
(Texto adaptado de: POSSENTI, S. Os Humores da Língua.
Cia das Letras, 1998.)
Com base no texto humorístico, é correto afirmar:
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