Na prática fisioterapêutica, é fundamental
reconhecer condições genéticas que comprometem
o tecido conjuntivo e alteram a biomecânica
corporal. Uma dessas doenças caracteriza-se por
hipermobilidade articular, fragilidade tecidual e pele
elástica, exigindo do fisioterapeuta uma conduta
voltada à prevenção de lesões, fortalecimento, treino
proprioceptivo e restrição de movimentos de grande
amplitude. Essa condição clínica corresponde a: