Segundo Brunner&Suddarth (2012), marque a alternativa INCORRETA:
A cetoacidose diabética, comum no diabetes tipo II, pode causar sinais e sintomas tais como dor abdominal, náuseas, vômitos, hiperventilação, odor de frutas no hálito e nível alterado de consciência.
O fenômeno da madrugada é caracterizado por um nível de glicose relativamente normal até por volta das 3h da madrugada, quando os níveis começam a subir, resultante do aparecimento de secreção do hormônio do crescimento, o que cria uma maior necessidade de insulina nas primeiras horas da manhã nos pacientes com diabetes tipo I.
No diabetes tipo II, as células beta do pâncreas produzem pouca ou nenhuma insulina, vários fatores contribuem para o dano dessas células, incluindo os genéticos e/ou um defeito no sistema imunológico.
A síndrome de hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica é uma situação na qual a hiperosmolaridade e hipoglicemia predominam, com alterações sensoriais. Uma diferença entre essa síndrome e a cetoacidose diabética é que não ocorrem cetose e acitose na primeira.
Os fatores genéticos são considerados como tendo um certo papel no desenvolvimento da resistência à insulina. Além disso, existem alguns fatores de risco associados ao desenvolvimento da diabetes tipo I, podemos citar: idade, obesidade, histórico familiar e grupo étnico.
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