Conquistas temáticas e metodológicas da nova historiografia brasileira, sobretudo aquela chamada de Cultural, têm permitido a realização corajosa e instigante de releituras do passado. Temas até muito pouco tempo ignorados e menosprezados têm sido revalorizados ou, até mesmo, incorporados como objetos de reflexão dos historiadores pela primeira vez. Um pequeno exemplo, que nos auxilia a pensar sobre a complexidade da empresa colonizadora portuguesa, está vinculada à história da alimentação e do que vem sendo designado como eco-história.
(Eduardo França Paiva, De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thaís Nívia de Lima e Fonseca (org.), Inaugurando a História e construindo a nação; discursos e imagens no ensino de História)
Em relação à reflexão do texto, é correto afirmar que