A válvula de uretra posterior representa uma das poucas anomalias congênitas do trato urinário que leva risco à vida da criança durante o período neonatal. Em relação à válvula de uretra posterior, é correto afirmar que:
mesmo com o tratamento correto, cerca de 1/3 dos pacientes evoluirão para insuficiência renal
a ureteroidronefrose bilateral e a distensão vesical são sinais que confirmam o diagnóstico em fetos do sexo masculino
o transplante renal exige a realização de ampliação vesical, devido à disfunção vesical nos casos que evoluem para insuficiência renal
o tratamento antenatal pode ser considerado, baseado em informações da ultrassonografia, bioquímica do fluido amniótico e estudo do cariótipo, principalmente em crianças com falência da função renal
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