Na terapêutica farmacológica do choque séptico,
a norepinefrina reduz intensamente a perfusão esplâncnica, eleva a resistência vascular sistêmica e aumenta o consumo de oxigênio com maior produção de lactato.
a dobutamina pode ser indicada como agente único no tratamento de primeira escolha no choque séptico associado à hipotensão arterial, sendo útil na presença de redução da contratilidade cardíaca.
recomenda-se o uso de dobutamina, de forma a elevar a relação de oferta e consumo de oxigênio em níveis suprafisiológicos.
a proteína C ativada aumenta o débito urinário devido à melhora da hemodinâmica, efeito diurético direto, ou por diminuição da liberação de HAD via resposta baroceptora.
a vasopressina promove aumento intenso da pressão arterial sistêmica, pouca ou nenhuma diminuição do débito cardíaco, mínima alteração da frequência cardíaca e nenhum efeito sobre a resistência vascular pulmonar.
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