Uma paciente de 78 anos de idade foi atendida na sala de urgência com quadro de sonolência, oligúria, taquicardia, perfusão capilar lentificada e sinais vitais alterados (PA 59 mmHg x 32 mmHg; FC 123). Familiares relataram que a paciente vinha apresentando edema nos últimos meses e cansaço aos esforços. Relataram também que a paciente apenas conseguia dormir “sentada”. O último ecocardiograma transtorácico da paciente datava de 2020 e apresentava uma fração de ejeção de 29%. Levantou-se a hipótese diagnóstica de choque cardiogênico.
Nesse caso hipotético, a classificação de Killip seria