Sobre as representações culturais e históricas acerca da surdez, marque a única opção correta.
Na Antiguidade, Aristóteles acreditava que os conteúdos da consciência provinham de órgãos sensoriais, sendo a audição o sentido mais importante para a educação, concluindo que os surdos seriam mais dificilmente educáveis que aqueles que eram cegos.
Somente no século XVIII, houve o reconhecimento de que a condição da surdez não modificava a inteligência e que era possível o ensino da fala e da escrita, além do ensino da matemática, possibilitando, a partir de então, que surdos tivessem direito à herança.
A compreensão da surdez como deficiência que deve ser reabilitada, levando o surdo a uma condição de normalidade, é uma visão que teve seu fim na década de 1960, inexistindo nos dias atuais, sendo compreendida na atualidade como diferença linguística.
A surdez, como diferença linguística, afirma que o surdo tem uma cultura e língua própria. O entendimento é que há uma essência de ser surdo, ou seja, há uma única identidade que os une, não havendo diferenças no modo de ser surdo dentro da comunidade.
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