Anselm Jappe diz que o “‘espetáculo’ de que fala Debord vai muito além da onipresença dos meios de comunicação de massa” e que, na verdade, ele fazia uma referência à limitação de uma sociedade sem consciência e fragilizada que consome tudo que lhe é oferecido. Depois de chamar a atenção para essa nova forma de controle social, Debord visiona: