Leia o texto:
“Não sei, só sei que foi assim”, talvez dissesse Chicó ao narrar a história do paraibano, escritor, dramaturgo, professor, poeta e torcedor do Sport, Ariano Vilar Suassuna. O linguajar simples do personagem do Auto da Compadecida, uma das grandes obras do autor, é a síntese de como Ariano expressava sua genialidade. Apegado às raízes brasileiras, não trocava o oxente pelo ok. Idealizador do Movimento Armorial, é dono de uma produção literária que o levou à Academia Brasileira de Letras. Não gostava de avião. Gostava mesmo era da paraibana Taperoá, onde passou a infância. E amava o Recife, onde viveu por mais de 70 anos.” Agora habita outro reino, levado pela Onça Caetana. Ficam Chicó, João Grilo, Isaura, Quaderna... Fica a saudade, imortal!
Texto extraído do Jornal do Commercio, 24 de julho de 2014. Adaptado.
A expressão “uma das grandes obras do autor” foi utilizada para explicar o que era “O Auto da Compadecida” Logo, podemos classificá-la de