Desde a Antiguidade, as feiras livres sempre exerceram um papel de grande relevância no cotidiano das sociedades, tanto no aspecto econômico quanto cultural, estando presentes no Brasil desde o período colonial e vinculando-se, inclusive, ao surgimento de inúmeras cidades, a exemplo de Campina Grande/PB. Além da sua função essencialmente comercial, configuram-se como locais de sociabilidade, onde coexistem as mais diversas relações. Ao estabelecer uma lógica própria de organização e dinâmica são capazes de desencadear a criação de várias imagens e concepções naqueles que as frequentam, seja como feirante ou consumidor. Sendo assim, podem ser consideradas um espaço múltiplo.
DO "MERCADO VELHO"À "NOVA FEIRA": UMA REFLEXÃO SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DA FEIRA DA PRATA, CAMPINA GRANDE – PB. Jéssica Camêlo de Lima VII Congresso Brasileiro de Geógrafos; ISBN 978-85-98539-04-1 (Adaptado)
Aqui relatamos um fato comum em um dia de feira livre, ao depararmos com um bom vendedor de peixes. O problema consiste em uma mola de massa desprezível e constante k = 400N/m que está suspensa verticalmente a um prato de 0,200 kg onde o mesmo está suspenso em sua extremidade inferior. Nesse dia o peixeiro deixa cair, a partir do repouso, um peixe de 2,2 kg sobre o prato, a uma altura de 0,40 m (esse referencial é a distância entre o peixe e o prato). O peixe produz uma colisão totalmente inelástica com o prato e com isso o sistema (Peixe-Prato) executa um MHS. Desprezando qualquer tipo de resistência, indique qual a amplitude de oscilação aproximadamente que o sistema obtém logo após a colisão ocorrida, (Considere g = 10 m/s2).