“O currículo não é um instrumento neutro. O currículo passa ideologia, e a escola precisa identificar e desvelar os componentes ideológicos do conhecimento escolar que a classe dominante utiliza para a manutenção de privilégios. A determinação do conhecimento escolar, portanto, implica uma análise interpretativa e crítica, tanto da cultura dominante, quanto da cultura popular.”
(VEIGA, Ilma (org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1995, p. 28)
Dado o trecho acima, conclui-se que: