Apesar de o abscesso esplênico ser incomum, sua frequência parece estar aumentando nos últimos anos, acompanhando o crescente uso de exames de imagem. Também está relacionado aos quadros de imunodepressão, como sindrome da imunodeficiência adquirida (Aids), tratamento quimioterápico e transplantes. Sua etiologia mais comum é disseminação por via hematogênica que, na maioria dos casos, ocorre devido à endocardite bacteriana, seguida por infecção do trato urinário e sepse abdominal.