No livro “Inquietações e Mudanças no Ensino da Arte”, Ana Mae Barbosa explica que as disciplinas de arte/educação devem produzir conteúdo resultante de interações entre diferentes códigos culturais, como um violino que reproduz a sequência numérica de um atabaque, ou de mãos que direcionam a reverberação do impacto no tambor para as formas arredondadas dos braços do balé e não apenas pela óbvia sequencialização de diferentes códigos de linguagem, que se apresentam no exercício artístico de forma contemplativa uma em relação a outra. O termo para tal prática pedagógica é