Uma paciente de 39 anos, com câncer de mama tratado por cirurgia conservadora, quimioterapia e radioterapia adjuvantes há catorze meses, apresenta cefaleia e paresia dos membros inferiores há cinco dias. Ao exame físico, encontra-se lúcida e sem novos sinais neurológicos. A tomografia do encéfalo e da medula espinhal são normais. Entretanto, uma punção lombar revela que o liquor é positivo para células de carcinoma mamário. Uma extensa investigação não revela outros sítios de disseminação. Para esse caso, a proposta de tratamento é de