Leia.
[...] identificar as necessidades individuais sem poder supri-las é muito frustrante. Entra aí a importância da interação entre as vertentes individual e social, pois, embora as escolas possam desenvolver inúmeras ações em prol da inclusão, também é verdade que elas enfrentam inúmeros limites que só poderão ser superados com mudanças sistemáticas nas políticas nacionais, com ênfase para as que dizem respeito diretamente a educação.
(CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva com os pingos nos “is”.
Porto Alegre: Editora Mediação, 2004, p. 15)
Depreende-se da leitura cuidadosa do excerto acima, articulada ao contexto geral da obra citada, que: