Segundo Watanabe e Lourenço (2020), essa forma de comunicação permite que se utilize o alfabeto manual das pessoas surdas para as consoantes, porém, em pontos diferentes da palma da mão da pessoa com surdocegueira, facilitando o reconhecimento da letra. O uso de toques nas pontas dos dedos para as vogais, além de facilitar a percepção pelas pessoas com surdocegueira, agiliza a comunicação e preserva a saúde do guia-intérprete, diminuindo a quantidade de movimentos. Essa descrição refere-se
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Analista em Acessibilidade - Guia Interprete
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