Em relação ao uso do CPAP em recém-nascidos prematuros, assinale a alternativa correta.
Presença de episódios consecutivos de apneias, acidose respiratória e necessidade de altos parâmetros na ventilação não invasiva, para manter a saturação de oxigênio adequada são critérios para considerar falha do CPAP.
O uso do CPAP pode ajudar a evitar atelectasias e o pneumotórax não é uma complicação relacionada a seu uso.
Suponha-se que, durante um atendimento em uma sala de parto, um recém-nascido de vinte e sete semanas de vida apresente respiração espontânea e frequência cardíaca > 100 bpm e esteja com desconforto respiratório. Nesse caso, é correto afirmar que é necessário realizar uma intubação traqueal e que o CPAP está contraindicado.
Atualmente, a administração seletiva precoce de surfactante por meio de um cateter fino (LISA/ MIST) é uma alternativa à intubação traqueal nos recém-nascidos prematuros em CPAP nasal. Esse procedimento já possui critérios bem definidos de indicação e uma melhor técnica para ser executado.
O posicionamento incorreto da pronga pode causar pressão excessiva na pele ou no septo nasal.
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