Paciente, de 35 anos, foi submetido à gastrectomia subtotal com reconstrução a BII; no 6o dia
pós-operatório apresenta febre, taquicardia e hiperemia da ferida operatória que, após a retirada
de alguns pontos, apresenta saída de secreção purulenta . Um estudo radiológico contrastado pela
ferida revelou comunicação com o duodeno. Qual a melhor conduta?