Em relação à formação dos íons SiF6-2 e CF6-2, têm-se as seguintes afirmações:
I. Para a formação do SiF62-, à molécula de SiF4 devem ligar-se dois íons F- que possuem os seus elétrons de valência emparelhados. A ligação só pode formar-se pelo mecanismo dadivo, com base nos pares de elétrons de cada um dos íons fluoreto e de dois orbitais vazios 3d do átomo de silício;
II. O carbono pode formar, à semelhança do silício, um composto CF4, no entanto, com isso, as capacidades de valências deste elemento esgotam-se, pois deixam de haver elétrons desemparelhados e, por outro lado, não possuem orbitais vazios no nível de valência. Com isso, o íon CF62- não pode existir;
III. A afirmação do item I, para a formação do SiF62- vai de encontro ao comportamento do CF4, com isso, é possível dizer que o íon CF62- existe;
IV. A afirmação do item II, para a formação do CF62-, vai ao encontro do comportamento do SiF4, com isso, é possível dizer que o íon SiF6-2 não existe.
Com base nas afirmações, é possível dizer que os itens I; II; III e IV são respectivamente: