A fraqueza muscular periférica adquirida na UTI é uma complicação frequentemente observada na prática clínica e merece ser investigada. Sua prevalência varia de 25 a 100% dos doentes críticos e essa grande variação depende da população estudada e dos fatores de risco existentes. Em relação à fraqueza muscular periférica adquirida, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Após a alta da UTI, a fraqueza acomete cerca de 65% dos pacientes ventilados mecanicamente durante 4 a 7 dias, 60% dos pacientes com SDRA e 35 a 76% dos pacientes com quadro séptico, implicando no aumento de mortalidade.
( ) Duas doenças distintas têm sido apontadas como determinantes da fraqueza generalizada em pacientes críticos – a polineuropatia e a miopatia. Como existe uma complexa combinação destas, sugere-se como mais apropriado para se referir a tal condição fraqueza adquirida na UTI ou polineuropatia do doente crítico.
( ) Fatores causais para essa condição são conhecidos dos fisioterapeutas que atuam em UTI e vão desde os BNMs aos antibióticos.
( ) O trofismo muscular pode ser mensurado pelas escalas funcionais MRC ou, ainda, pela dinamometria de preensão manual ou isocinética.
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