O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Homem, 60 anos, chega à emergência com quadro de dispneia, tosse produtiva há 3 dias e rebaixamento do nível de consciência. Ao exame PA: 84 x 44 mmHg, FC: 120 bpm, FR: 24 irpm, SatO2 89% em ar ambiente. História pregressa de hipertensão arterial e diabetes mellitus. Foram solicitados exames e gasometria arterial que evidenciaram os seguintes resultados: pH: 7,25; PcO2: 50; HCO3 16; BE: –2; Na 130; Cl 98; K 4,5; Lactato arterial 8; Cr 1,4; ureia 62; e, glicemia capilar 210.”
Não considerando o sódio corrigido, é possível afirmar que a osmolaridade plasmática do paciente é: