Um assistente social realizou a avaliação de um programa educacional com jovens moradores de favelas, numa vertente político pedagógica de caráter emancipatório. Primeiro, ele expôs o contexto social de pobreza e violência em que os jovens vivem, a partir dos questionamentos dos próprios jovens. Depois, estimulou a reflexão sobre as práticas educativas estabelecidas para a tomada de consciência, por parte dos jovens, das contradições que permeiam a realidade. Por fim, o assistente social abriu espaço para que os jovens, mais conscientes de suas potencialidades e interesses, encontrassem, conjuntamente, soluções alternativas para as questões por eles identificadas.
Os três momentos dessa avaliação correspondem, respectivamente, a