Na desnutrição energético-proteica da criança, verifica-se uma
série de alterações sistêmicas que resultam de adaptações
progressivas do organismo à menor disponibilidade de nutrientes
para a célula. Como o processo de desnutrição é lento, o
organismo produz compensações metabólicas que lhe permitem
viver em equilíbrio crítico com os efeitos do estado carencial.
Na desnutrição energético-proteica,
o cortisol plasmático apresenta-se aumentado.