Durante muitos anos, o ensino de arte no Brasil foi embasado na concepção de arte como técnica, a qual
apresentava como fundamento o pensamento de que crianças com necessidades educacionais especiais são capazes de produzir e de se expressar por meio da arte.
valorizava a originalidade como um fator primordial do fazer artístico.
entendia que o professor deveria interferir o mínimo possível na produção da criança.
evidenciava o ensino de arte como lazer.
defendia que a arte era secundária diante de outros setores e não tinha importância em si mesma.
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