O processo contraditório de desenvolvimento do espaço agrário da sociedade brasileira tem se caracterizado por relações sociais e de poder que primam pela violência e que tem como cerne a histórica concentração fundiária. Desde os anos 1970, já sob a ditadura (1964-1985), que uma nova fase de desenvolvimento se abre no campo brasileiro com profundas transformações nas relações sociais e de poder por meio da tecnologia que ratificaram o padrão de poder moderno-colonial do latifúndio, com suas monoculturas de exportação e a histórica violência de classe/étnico-racial que nos governa há 500 anos.
PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter e CUIN, Danilo Pereira. Geografia dos
conflitos de terra no Brasil (2013): expropriação, violência e resistência. CLACSO.
Disponível em: < www.jstor.org/stable/j.ctvtxw1v1>. Acesso em: 16 set. 2022.
Assinale a alternativa que se relaciona ao fragmento de texto transcrito.