O envelhecimento humano não é um processo homogêneo, visto que as trajetórias de existência das pessoas estão submetidas a determinantes como raça, etnia, gênero, identidade e orientação sexuais, pessoas com deficiência e outros, como agravantes da condição de classe. Aos profissionais do Serviço Social, comprometidos com o projeto ético-político da profissão, cabe o desenvolvimento de uma visão crítica sobre os diferentes modos de envelhecer que são produzidos a partir das refrações da questão social.
A partir da interlocução do Serviço Social com os processos de envelhecimento, não é possível afirmar que: