Prevenção combinada, segundo o Ministério da Saúde (MS), é uma estratégia de prevenção que faz uso de combinado de intervenções biomédicas, comportamentais e estruturais aplicadas no nível dos indivíduos, de suas relações e dos grupos sociais a que pertencem, mediante ações que levem em consideração suas necessidades e especificidades e as formas de transmissão. A prevenção combinada é preconizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), desde 2010, e incorporada no Brasil desde 2013. A atenção primária à saúde (APS) tem papel fundamental tanto na garantia de acesso de usuários às tecnologias de prevenção quanto na oferta qualificada dessas tecnologias. Considerando-se esse conceito, pode-se dizer que as ações de prevenção combinada que podem ser realizadas pelas equipes multidisciplinares na APS incluem