Para o caso dos projetos com estruturas de madeira, temos as seguintes afirmações:
I - A consideração da hiperestaticidade das estruturas somente pode ser feita se as ligações das peças de madeira forem do tipo rígido.
II - Os furos na zona comprimida das seções transversais das peças podem ser ignorados apenas quando preenchidos por pregos.
III - Os furos na zona tracionada das seções transversais das peças podem ser ignorados, desde que a redução da área resistente não supere 10% da área da zona tracionada da peça íntegra.
IV - Nas estruturas aporticadas e em outras estruturas capazes de permitir a redistribuição de esforços, permite-se que os esforços solicitantes sejam calculados por métodos que admitam o comportamento elastoplástico dos materiais.
Pode-se afirmar que