Com relação as infecções pós-esplenectomia (IPE), está correto afirmar que:
com a vacinação pneumocócica polivalente aplicada duas semanas antes (em casos de cirurgia eletiva), ou até duas semanas após a cirurgia de urgência, o desenvolvimento de um nível protetor do anticorpo contra pneumococos gira em torno de noventa e cinco por cento.
o risco de IPE é maior nos primeiros seis meses após a cirurgia, período após o qual o risco de infecção por germes encapsulados se iguala ao da população em geral.
recentemente estudos demonstraram que existe um risco aumentado bem definido de infecção viral, em especial, por Cocksackie B nas primeiras semanas, e isto tem sido atribuído a alterações linfocitárias que ocorrem após o procedimento operatório.
o risco de IPE é maior entre pacientes esplenectomizados para tratar condições hematológicas, quando comparados àqueles submetidos ao mesmo procedimento por trauma.
o maior risco de sepse tem sido observado em pacientes entre trinta e cinquenta anos.
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