Segundo Guirado (2004) a intervenção institucional dá ênfase na necessidade de se pensar nas e nas relações institucionais. Esta concepção privilegia a posição do sujeito na ordem institucional e não as particularidades ou capacidades individuais e pessoais. De tal modo, os conflitos, as comoções, as anomalias, os desajustamentos são considerados, sobreveste, como expressão desta articulação de posições, e não como sintoma de um sujeito que permanece na instituição instituição: