Na coluna esquerda são apresentadas perguntas feitas ao consultor inglês Greg McKeown, autor do livro “Essencialismo: A disciplinada busca por menos” (Editora Sextante, 2015), em entrevista concedida à revista Exame (<http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/quer-ser-bem-sucedido-faca-menos-diz-autor-ingles>, acesso 25 set. 2015). Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.
1. Então o problema não é a falta de tempo, mas a dificuldade de fazer escolhas?
2. Fazer menos não é, de certa forma, contrariar uma norma cultural do mundo empresarial, que normalmente premia quem faz mais?
3. Como funciona esse processo?
4. A filosofia do essencialismo também é válida em tempos mais vulneráveis, como os de uma crise econômica?
( ) Antes de tudo, é preciso mudar a sua própria mentalidade. Depois de um longo período de pesquisa, quando você finalmente descobre o que é essencial e traz valor para o seu trabalho, então você se torna apto a negociar com seu chefe, até com a sua sogra.
( ) Se você tem medo de uma demissão, realmente é uma estratégia arriscada para tempos difíceis. Mas só se você executá-la mal. Se fizer as coisas do jeito certo, você pode ter uma grande vantagem profissional em qualquer ambiente econômico.
( ) Exatamente. Existem recursos finitos que podem ser encaixados em possibilidades infinitas. Aqui está uma provocação: será que você está alocando os seus próprios recursos de forma inteligente?
( ) Sim. Passei o último ano trabalhando essa filosofia em diversos países, e me espantei com a imensa diferença entre a minha proposta e a mentalidade reinante nas empresas. Mesmo assim, é possível ser um essencialista num ambiente não-essencialista. Mas é um processo que demanda tempo e paciência.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.