Consta que o primeiro registro feito acerca do trabalho do intérprete de Libras data do início do séc. XX, quando a Delegacia de Polícia do Catete, solicita ao Instituto de Educação de Surdos- Mudos, atual Instituto de Educação de Surdos (INES), a presença de um intérprete a fim de auxiliar no registro de ocorrência o depoimento da pessoa surda.
Todavia, a profissionalização do tradutor-intérprete de Libras/Português aconteceu bem mais tarde com a participação do interprete em: