Numa entrevista clínica, um paciente de 25 anos informou que passou cerca de 4 meses isolado no quarto, praticamente sem contato com as pessoas, tendo, após esse período, saído de casa sem destino, correndo a esmo. Esse comportamento se deu após a morte de um querido tio e, pouco tempo depois, de sua avó materna. Além disso, apresentou, posteriormente, idéias suicidas, sintomas de delírio persecutório e alucinações visuais. Pode-se considerar como hipótese diagnóstica mais provável: