LEIA O CASO CLÍNICO ABAIXO E RESPONDA A QUESTÃO.
L.S.O., sexo feminino, 39 anos, casada, G3P2A1, etilista pesada crônica em abstinência há seis meses motivada pelo tratamento para hepatite alcoólica ativa, pelas visitas regulares ao grupo Alcoólicos Anônimos e por seu marido estar em tratamento contra tuberculose pulmonar causado por um Mycobacterium tuberculosis monorresistente à isoniazida. Desde então, L.S.O. também passou a usar contraceptivo oral e a controlar sua hipertensão arterial e dislipidemia com melhora alimentar/nutricional, caminhadas regulares e uso de tiazídico, betabloqueador e estatina.
L.S.O. refere ainda melhora de suas crises de enxaqueca. Após contato telefônico com o Telessaúde, seu médico de família e comunidade e L.S.O. pactuaram início de tratamento com rifampicina contra uma Infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis e suspensão do uso de estatina, pelo risco de efeitos adversos, incluindo insuficiência hepática e renal, fraqueza muscular e desenvolvimento de diabetes.
L.S.O. vive com seu marido (40 anos) e seus dois filhos (15 anos e 8 anos). Referente à abordagem destes filhos contactantes do pai em tratamento contra tuberculose pulmonar, causada por um M. tuberculosis monorresistente à isoniazida, deve-se,