Entendemos motivação como um processo responsável pela intensidade, pela direção e persistência dos esforços de uma pessoa para alcançar determinada meta ou realizar uma tarefa. A palavra deriva do latin movere - mover, e é pesquisada pela psicologia e pela administração a fim de esclarecer condições que amenizem impasses entre os objetivos do indivíduo e aqueles da organização.
A década de 50 foi pródiga em estudos e no surgimento de teorias de motivação que, embora hoje consideradas incompletas e contestadas, são ainda bastante conhecidas e aplicadas. Com o objetivo de estudar a relação entre produtividade e moral, pesquisadores indagaram, à época, quais aspectos eram agradáveis ou desagradáveis no trabalho de um grupo engenheiros. Na conclusão da pesquisa, relataram aspectos que denominaram satisfatórios, relacionados à tarefa em si. Esses aspectos foram nomeados como fatores intrínsecos ou responsáveis pela motivação. Por outro lado, havia aspectos insatisfatórios, relacionados às condições sob as quais o trabalho era executado. Esses aspectos foram nomeados como fatores extrínsecos ou higiênicos. A combinação do ambiente de trabalho com o conteúdo do trabalho em si é que faria funcionar o motor interno, movendo o trabalhador e proporcionando-lhe satisfação com o efeito positivo desejado.
Esses estudos correspondem ao que denominamos: