O trânsito ainda tem cura
(Ricardo Zanon – Tribuna Catarinense – 19/11/2013)
BALN. CAMBORIÚ – Há exatos 117 anos a inglesa Bridget Driscoll deixou sua residência, na localidade de Croydon, em Londres, para ir a um show de danças com a irmã e um amigo. Neste dia, a dona de casa foi vítima de um atropelamento que entraria para a história mundial. A Sra. Driscoll, de 44 anos, foi protagonista e vítima fatal do primeiro acidente de trânsito registrado na história mundial. Em 1896, o médico que realizou a autópsia havia dito, naquele triste momento, que “Isso não poderia acontecer novamente”.
As sábias e otimistas palavras do médico não foram suficientes para barrar a violência no trânsito. A imprudência e falta de consciência dos motoristas, ciclistas e pedestres mataram, entre 1996 e 2010, cerca de 40 mil pessoas no país. De acordo com a DATASUS, nas rodovias federais e estaduais de Santa Catarina foram contabilizados 1997 mortes somente em 2011. Além das mortes, algumas vítimas ficam mutiladas, presas em cadeiras de rodas ou em estado totalmente vegetativo.
De acordo com o texto acima.
I) As expressões “inglesa”, “protagonista e vítima” e “sábias e otimistas” referem-se à Bridget Driscoll.
II) A ideia principal do texto é alertar sobre a violência no trânsito.
III) A história da Sra Driscoll é um marco na história dos acidentes de trânsito.
IV) O atropelamento da Sra Driscoll, é um fato e as palavras do médico na ocasião são opiniões.
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