A diferença entre a cooptação e a consulta é que, no primeiro caso, instâncias participativas permanentes são criadas, não se limitando o Estado a promover pesquisas de opinião, audiências públicas ou similares.
Na prática, a delegação de poder é o nível mais elevado que se pode alcançar nos marcos do binômio capitalismo mais democracia representativa.
O grau de Autogestão, a rigor, pressupõe um macrocontexto social diferente do atual, na medida em que pressupõe uma sociedade basicamente autônoma.
Um dos pontos positivos observados no âmbito da Consulta é que existe a garantia de um compromisso explícito e acordado de que as opiniões da população serão, de fato, incorporadas.
A parceria corresponde ao primeiro grau de participação autêntica.
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